DESCRIÇÃO GERAL DA CAMPANHA






  • Título: Presos


  • Composta por três fotografias:




















African


















Muslim



Homeless



Em comum:

  • Ambos seguram uma placa com os dígitos: 213861664.
  • As placas ao estilo das utilizadas nas mugsoht (fotografias de identificação prisionais) fazem-nos associar cada um deles a criminosos.




  • As paredes não rebocada cinzenta, induzem-nos a ideia de que o local em que se encontram é uma cadeia/prisão.



Identificamo-los simplesmente como presos





Texto escrito:



«Ele não fez nada. Só está a divulgar o número da Amnistia Internacional. Discriminar não é humano. Denuncie.»






  • Linha de texto é constituída por duas cores: branco e vermelho.


Slogan da campanha: «Discriminar não é humano. Denuncie.»


Tema:


  • Discriminação;
  • «A discriminação em geral, tendo principal enfoque nas vertentes raciais, religiosas e sociais.» - André Lopes (Director de Arte de Presos)

Objectivos da campanha:

  • Mostrar-nos a realidade;
  • Sensibilizar-nos para uma reflexão sobre as nossas escolhas;
  • Mostrar-nos como e porque as fazemos;
  • Demonstrar que fazemos leituras rápidas, que nos enganamos, e que consequentemente discriminamos.
  • Objectivo máximo: Mudança de atitude!


    · «Sensibilizar a população em geral para este problema. E claro, reduzir ao máximo os casos de discriminação.» - Diogo Anahory (director criativo)


    · «O objectivo é provocar qualquer cidadão. Ao ver um negro a segurar uma placa, as pessoas pensam que é um criminoso. O árabe, simplesmente pelos trajes, vai-se pensar que é um fanático religioso. Quando se lê a mensagem [Discriminar não é humano], descortina-se a mensagem. Quando se vê um negro com a placa em baixo, as pessoas têm uma reacção contrária à verdadeira, onde ele está a mostrar o seu número de telefone. Esse é o poder da mensagem.» - André Lopes (director de arte)


Amnistia Internacional – Logótipo:

  • Apresentado no canto direito inferior da imagem.

  • Uma vela (branca), com chama vermelha rodeada por arame farpado vermelho).




  • Prémios: Leão de Bronze, Festival de Cannes e Ouro no Festival Internacional de Publicidade em Nova Iorque.


4 comentários:

Anónimo disse...

Por acaso vi uma dessas fotografias num cartaz de rua. Não sabia que existiam mais. Bm trabalho de pesquisa. Gostei de saber quem eram os cridaores. O vosso blog tá mm fixe! ;)

Miguel

Anónimo disse...

miki estou cntg ;)

tb vi uma vez essa capmanha na visao

Anónimo disse...

Por acaso tb vi, mas foi na revista Sábado. Só vi aquela do Black. Muito bom o vosso trabalho. Parabéns.

Ruben C .

Anónimo disse...

Muito bem organizado e preciso. Realmente este é um excelente trabalho de pesquisa. Parabéns as autoras deste blog.

Pedro Soares

Bibliografia

  • ALAIN, Gheerbrant e CHEVALIER, Jean (1994). Dicionário dos símbolos / mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números. Lisboa: Teorema.
  • ARCARI, Antonio (1980). A Fotografia – as formas, os objectos, o homem. Lisboa: Edições 70.
  • BARTHES, Roland (1980). A Câmara Clara. Lisboa: Edições 70
  • FREUND, Gisele (1995). Fotografia e Sociedade (2ª edição). Lisboa: Edições 70.
  • FRUTIGER, Adrian (2001). Sinais e Símbolos, desenhos, projecto e significado. São Paulo: Martins Fontes.
  • JOLY, Martine (1994). Introdução à Análise da Imagem. Lisboa: Edições 70.
  • MUNORI, Bruno (1981). Das coisas nascem coisas. Lisboa: Edições 70.
  • MUNORI, Bruno (2001). Artista e Designer. Lisboa: Ediçoes 70.
  • VOLLI, Ugo (2003). Semiótica da Publicidade – A criação do texto publicitário. Lisboa: Edições 70.

Fontes On-line